🧭 Final de Ano Tranquilo ③ - Parque Estadual Horto Florestal
Ao finalizar este post, o Gemini (a inteligência artificial que me ajuda) me fez uma proposta: "Que tal eu criar uma imagem de uma paisagem pacífica onde campos de samambaias (gosari) e araucárias se misturam, para combinar com o seu belo texto?"
Eu aceitei o desafio e fiquei curioso para ver o resultado. E não é que ficou realmente lindo? Gostei tanto da imagem que decidi usá-la como a foto de capa deste post! 😊
Dando continuidade aos relatos de final de ano, hoje compartilho nossa visita ao Horto Florestal em Campos do Jordão.
Como já visitei o Horto do bairro Santana, em São Paulo, inúmeras vezes e escrevi mais de cinco posts sobre ele, confesso que não esperava nada de "novo" por aqui. Mas, por sugestão da minha esposa e para fazer um exercício matinal, decidimos conferir. O Waze indicou 18,3 km do nosso condomínio (Sobre as Nuvens), cerca de 35 minutos de carro.
O caminho até lá é encantador: ruas tranquilas cercadas de verde e muitas hortênsias. Embora a vista fosse um espetáculo, tive a sensação de que o parque ficava um pouco mais longe do que eu imaginava.
Prq. Est. Campos do Jordão
Fiquei surpreso com o valor do estacionamento: 30 reais, um pouco salgado para um parque afastado do centro. A entrada custa 26 reais por pessoa, mas como temos mais de 60 anos, pagamos meia (R$ 13,00 x 2 = R$ 26,00). Fazendo as contas, um casal gasta quase 100 reais só para entrar com o carro. É um valor que acaba selecionando o público; parece que o parque é frequentado mais pela classe média alta.
O local conta com infraestrutura moderna, incluindo carregadores para carros elétricos. Como era época de festas, a entrada estava lindamente decorada. Já que pagamos o valor cheio, fiz questão de registrar cada detalhe com fotos! E para dar aquela força aos comerciantes locais, paramos para um café com Pão de Queijo.
Gastronomia no Parque
Existem vários restaurantes lá dentro. Um deles, o Bonanza Parrilla, minha esposa já havia visitado com amigos coreanos meses atrás. Dizem que a carne é impecável, mas o preço acompanha a qualidade (nada barato!). Como era cedo, ainda estava fechado.
Bonanza Parrilla:
https://www.bonanzagrill.com.br/
Mais adiante, encontramos o Dona Chica Restaurante. O gramado com almofadas gigantes convida ao descanso. O nome é super acolhedor, mas o cardápio... bem, o preço não é nada "acolhedor" (^^). Parece que em Campos do Jordão, os preços são mais altos que em São Paulo. Seria um parque exclusivo para os mais abastados? Vimos o preparo do churrasco do lado de fora e seguimos para a trilha logo atrás.
Trilha do Rio Sapucaí: 2,6 km (Fácil)
O parque oferece de 7 a 8 opções de trilhas. Escolhemos a mais curta para focar no descanso. Cruzamos uma ponte cercada de hortênsias e entramos na mata.
Logo avistamos as imponentes Araucárias, as estrelas da Serra da Mantiqueira. Elas produzem o Pinhão, que é gigante perto dos "pinhões" (잣) que temos na Coreia. Cozido com sal, ele tem uma textura macia e saborosa. Comi uns 20 e já estava satisfeito!
O Gemini me ajudou a resumir o que é o Pinhão:
O que é: Semente da Araucária, iguaria típica do inverno brasileiro.
Nutrição: Rico em minerais, fibras e sem glúten.
Como comer: Cozido ou assado.
Valor: Prato tradicional e espécie que precisa de preservação.
No caminho, vi muitas frutas vermelhas no chão, idênticas à Acerola. Não sei se eram silvestres, mas os animais daqui devem ser muito saudáveis com tanta vitamina C disponível! A paisagem repleta de Araucárias é algo que nunca canso de admirar.
Curiosidades e a "Famosa" Samambaia (Gosari)
Algo que sempre diverte meus amigos coreanos são os formigueiros gigantes do Brasil. É "escala continental"! Tirei fotos lembrando de como eles ficavam surpresos com o tamanho dessas construções.
Ao passar dos 2.000 metros de trilha, ouvi o som de uma cachoeira. Desci sozinho para conferir e vi uma queda d'água linda e volumosa. Pensei em postar o vídeo, mas como tinha mais de 100MB, decidi economizar os servidores do Google (rs) e postar apenas um print. Mas o som... ah, esse era revigorante!
E então, encontrei o que todo coreano ama: Gosari (Samambaia)! E não era pouco, eram campos inteiros dos dois lados da trilha. Na Coreia, dizem que comer muita samambaia diminui o "vigor masculino" (정력). Eu sempre comi muito para testar e posso dizer: é pura lenda! Acho que essa história surgiu porque os monges comem muito durante o cultivo espiritual. Ver aquele mar de Gosari me trouxe uma sensação de fartura e paz.
Encerramento e Próxima Parada
Na saída, filmei o modo peculiar de assar churrasco no Dona Chica. Nunca vi nada igual no Brasil! Por toda aquela dedicação, o preço alto começou a fazer sentido. Peço desculpas ao Google, mas esse vídeo eu tive que subir!
Para fechar, passamos em uma chocolateria para fugir do calor com uma Coca-Cola gelada. Comprei uns chocolates por cortesia e, para minha surpresa, eram deliciosos!
Almoçamos fora do parque, no restaurante Gato Gordo. No meio da mata, sem ar-condicionado, mas com uma brisa natural mais fresca que qualquer aparelho. Ambiente perfeito e comida maravilhosa.
No próximo post, pretendo compartilhar minhas impressões sobre o Mosteiro de São João, em Campos do Jordão, e o Morro do Elefante.
No próximo post, conto sobre o Mosteiro de São João e o Morro do Elefante. Até lá!






















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